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	<title>Aprendizagem emocional &#8211; BlindTalk</title>
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	<description>— consultas de psicologia online</description>
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	<title>Aprendizagem emocional &#8211; BlindTalk</title>
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		<title>Necessidade de agradar</title>
		<link>https://blindtalk.loadhtl.com/2022/11/22/necessidade-de-agradar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sara Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 12:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto seres racionais e emocionais todos gostamos de agradar e de ser aceite pelos outros. Quem agrada, assim como quem é agradado, experiência satisfação e felicidade e pergunto: quem não gosta de agradar e ser agradado?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto seres racionais e emocionais todos gostamos de agradar e de ser aceite pelos outros. Quem agrada, assim como quem é agradado, experiência satisfação e felicidade e pergunto: quem não gosta de agradar e ser agradado?</p>
<p>Contudo, se a aprovação constante se tornar necessária e se o comportamento e acções se passarem a centrar exclusivamente nas opiniões de terceiros, a procura de aprovação (comum a todos nós!) deixa de ser saudável e pode ter um impacto negativo nas suas emoções – baixa auto-estima, ansiedade, humor depressivo, dificuldade em fazer escolhas e tomar decisões, entre outros.</p>
<p><strong>Vejamos se se revê nestas particularidades ou se reconhece alguém com estas características:</strong></p>
<p>– dificuldade em “dizer não” (por ex. para evitar um conflito);<br />
– não expressar opiniões com receio de desagradar a outra pessoa;<br />
– medo de rejeição (“não vão gostar de mim”);<br />
– colocar sempre os outros em primeiro lugar;<br />
– pensamento que é sempre necessário agradar (para ser aceite/reconhecido/amado);<br />
– as emoções e a auto-estima moldam-se de acordo com a opinião de terceiros.</p>
<p>É importante reflectir sobre algumas questões:<br />
– é importante compreender a necessidade constante de agradar e/ou a dificuldade em estabelecer limites e dizer “não”;<br />
– não podemos agradar todas as pessoas (por mais qualidades que tenhamos);<br />
– ideias/gostos/pensamentos ou atitudes divergentes e até mesmo críticas (construtivas,claro!) não são, por si só, uma rejeição. Afinal, todos somos diferentes, certo?! ;<br />
– ao viver para agradar os outros, certamente estará a colocar-se em segundo plano, assim como aos seus gostos, desejos e sonhos;<br />
– não há nada mais poderoso e fantástico que promover a nossa auto-confiança e o amor próprio. Ao gostar de si próprio(a) e acreditar em si, não só se sentirá mais feliz e seguro, como a reprovação de terceiros não será vivenciada com tanto sofrimento.</p>
<p>Se precisar de ajuda para encontrar as suas respostas e o caminho para se aprovar a “si próprio(a)”, reflicta sobre a possibilidade de procurar ajuda profissional.</p>
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		<title>Lugares-comuns</title>
		<link>https://blindtalk.loadhtl.com/2022/11/22/lugares-comuns/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 12:29:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[É um lugar comum sentir e dizer que a pandemia trouxe muitos e variados desafios. Lugares comuns, contudo, existem por serem acessíveis, fáceis de compreender e de empatizar com… e são tão verdadeiros como qualquer outro lugar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É um lugar comum sentir e dizer que a pandemia trouxe muitos e variados desafios. Lugares comuns, contudo, existem por serem acessíveis, fáceis de compreender e de empatizar com… e são tão verdadeiros como qualquer outro lugar.</p>
<p>Porém, acredito que a pandemia nos ajudou a desmistificar alguma resistência dos meios online como meio de intervenções psicológicas, sessões e consultas. Verifica-se uma maior urgência em falar e elaborar o mal-estar psicológico. Um acesso online facilitado veio dar resposta a algumas crises de ansiedade, a estados depressivos, a circunstâncias de isolamento social, até aí sem lugar.</p>
<p>Ninguém se encontra em sofrimento porque quer, mas muitas vezes os sofrimentos prolongam- se de tal modo que parecem ser impossíveis de ultrapassar.<br />
Acredito num modelo psicodinâmico, que tenha em conta o inconsciente, que permita integrar e elaborar o significado do sofrimento, das transformações, dos crescimentos e regressões que fazem parte da vida.</p>
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		<title>A propósito da necessidade de agradar</title>
		<link>https://blindtalk.loadhtl.com/2022/11/22/a-proposito-da-necessidade-de-agradar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Elisabete Miranda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 11:37:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Consumos]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[O sentimento é quase sempre o mesmo e expressa-se quase sempre da mesma maneira “não era bem o que eu queria, mas não consegui dizer que não”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-parent="true" class="vc_row row-container" id="row-unique-0"><div class="row limit-width row-parent"><div class="wpb_row row-inner"><div class="wpb_column pos-top pos-center align_left column_parent col-lg-12 single-internal-gutter"><div class="uncol style-light"  ><div class="uncoltable"><div class="uncell no-block-padding" ><div class="uncont"><div class="uncode_text_column" ><p>O sentimento é quase sempre o mesmo e expressa-se quase sempre da mesma maneira “não era bem o que eu queria, mas não consegui dizer que não”. Esta dificuldade monstruosa em conseguirmos ser quem somos e assumirmos a nossas necessidades e desejos é inúmeras vezes (demasiadas) atropelada, pela ainda maior necessidade de agradarmos aos outros.</p>
<p>Mas afinal de onde vem esta necessidade? Esta é uma pergunta milionária, e certamente não tem apenas uma resposta certa, tem tantas respostas como pessoas a quem possa ser feita. A sua origem pode ser variada, mas certamente relaciona-se com a nossa história, com as nossas vivências e experiências, mas também com o nosso contexto cultural.</p>
<p>As nossas vivências e experiências, começando nas mais precoces, podem de certa forma nos ter “ensinado emocionalmente” que se nos mostrarmos tal e qual como somos, os outros (neste caso as figuras cuidadoras) podem ficar desagradados, podem zangar-se e corremos o risco de perder o seu amor, por isso começamos a “esconder” o que sentimos, não mostrando as nossas verdadeiras emoções, com medo de desiludir o outro, com medo que este se zangue e que nos abandone.</p>
<p>Ao longo do tempo a “aprendizagem emocional” que fazemos é que temos de ir ao encontro do que os outros precisam, sendo sempre isso o mais importante. As nossas necessidades e emoções ficam reservadas para segundo plano. Estas vão ficando cada vez mais submersas em nós, de tal forma que o nosso verdadeiro Eu sucumbe. Passamos a usar uma capa, a capa que achamos que os outros vão gostar.<br />
Passamos a usar esta capa sempre, com a nossa família, amigos, no trabalho, e quanto mais a usamos mais difícil é deixá-la, e como consequência, vamos nos “esquecendo” de quem somos, sendo cada vez mais difícil dizermos o que estamos a sentir, o que queremos, o que pensamos.</p>
<p>A psicoterapia é uma possibilidade para despirmos esta capa e resgatarmos o nosso verdadeiro Eu. Esta não é uma tarefa fácil, pois para além de termos de despir a capa que vestimos, há demasiado tempo, temos que descobrir quem realmente somos. É uma viagem que se faz na companhia do terapeuta, uma viagem longa, mas sem dúvida recompensadora.</p>
</div></div></div></div></div></div><script id="script-row-unique-0" data-row="script-row-unique-0" type="text/javascript" class="vc_controls">UNCODE.initRow(document.getElementById("row-unique-0"));</script></div></div></div>
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