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	<title>Psicoterapia &#8211; BlindTalk</title>
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	<description>— consultas de psicologia online</description>
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	<title>Psicoterapia &#8211; BlindTalk</title>
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	<item>
		<title>O Processo de Luto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Inês Lopes Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 15:36:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[ Em toda a nossa vida, passamos pela experiência do luto — afinal, este faz parte do nosso desenvolvimento enquanto pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O luto é uma resposta normal e natural à perda de alguém ou de algo que é importante para nós. Esta perda é um processo complexo e multifacetado que pode ter um impacto significativo no nosso bem-estar emocional, físico e social.</p>
<p>Este processo pode manifestar-se de diversas formas e não existe uma maneira «certa» de sofrer.</p>
<p>Algumas pessoas podem sentir emoções intensas, como tristeza, raiva ou culpa, embora outras possam sentir-se anestesiadas ou desconectadas em relação às emoções que sentem. Podem também surgir sintomas físicos, como fadiga, perturbações do sono ou alterações no apetite.</p>
<p>Este processo pode tornar-se ainda mais complicado devido a fatores relacionados com a natureza da perda, o relacionamento do indivíduo com a pessoa ou coisa que foi perdida e a estrutura de apoio de que o individuo dispõe, entre outras. Por exemplo, o luto pode ser mais difícil de processar se a perda foi repentina, inesperada ou traumática, ou se o indivíduo teve um relacionamento complicado ou conflituoso com a pessoa que morreu.</p>
<p>O luto é um processo que se desenvolve ao longo do tempo e onde podem existir diferentes estágios, incluindo negação, raiva, revolta, depressão e aceitação. No entanto, é importante observar que nem todos passarão por todos eles e que podem não ocorrer numa ordem linear ou previsível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O acompanhamento psicológico pode desempenhar um papel importante na travessia do processo de luto. A terapia pode ajudar a:</p>
<p>— compreender e aceitar os sentimentos de tristeza, raiva, culpa, solidão e outras emoções que podem surgir durante o processo de luto;</p>
<p>— lidar com a dor emocional associada à perda;</p>
<p>— identificar e processar pensamentos e sentimentos em relação à pessoa que faleceu;</p>
<p>— encontrar maneiras saudáveis de lidar com o stress e a ansiedade associados à perda;</p>
<p>— desenvolver estratégias para lidar com os desafios da vida diária, como enfrentar datas importantes, atividades que costumavam ser realizadas em conjunto com a pessoa que faleceu, identificar e desafiar pensamentos e crenças desnecessárias que podem estar a potenciar a sua dor;</p>
<p>— encontrar significado e propósito na sua vida após a perda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em alguns casos, estes sentimentos podem-se transformar em depressão.</p>
<p>A depressão após a perda de alguém pode manifestar-se de várias maneiras, incluindo:</p>
<p>— sentimentos de tristeza e desespero que não melhoram com o tempo;</p>
<p>— falta de interesse em atividades que antes eram prazerosas;</p>
<p>— dificuldade em dormir ou dormir em demasia;</p>
<p>— falta de energia e fadiga constante;</p>
<p>— dificuldade em concentrar-se ou tomar decisões;</p>
<p>— alterações no apetite ou no peso;</p>
<p>— sentimentos de culpa ou inutilidade;</p>
<p>— pensamentos de morte ou suicídio.</p>
<p>Se estiver perante estes sintomas após a perda de alguém, é importante procurar ajuda profissional. Um profissional de saúde mental pode ajudar a determinar se esses sintomas são causados por uma depressão e fornecer um tratamento apropriado. Afinal, a terapia pode ajudar a pessoa enlutada a lidar com as suas emoções e a desenvolver estratégias para lidar com a dor emocional.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Quero, Posso e Mando!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 15:26:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[ Em toda a nossa vida, passamos pela experiência do luto — afinal, este faz parte do nosso desenvolvimento enquanto pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É importante recordar que todas as crianças põem à prova as regras e as ordens impostas pelos pais, particularmente se, no passado, estas não tiverem sido aplicadas de forma consistente. As crianças só podem aprender que se espera delas um bom comportamento, se constatarem que o comportamento incorreto sofre consequências sistemáticas. A investigação refere que as crianças desobedecem aos pais em cerca de 30 por cento das vezes. As crianças pequenas protestam, gritam e fazem birra quando lhes tiram um brinquedo ou as proíbem de fazer algo que desejam. As crianças em idade escolar, por seu lado, também reagem mal e protestam quando lhes proíbem uma atividade ou recusam um objeto. É um comportamento normal, uma expressão saudável da necessidade de independência e autonomia da criança. Lembre-se de que os seus filhos estão apenas a testar as suas regras para ver se é consistente na sua aplicação. Se não for, então, da próxima vez, irão provavelmente elevar o teste.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dar ordens de forma eficaz não pressupõe que se seja autoritário ou rígido. Devemos pensar bem antes de dar uma ordem, para ter a certeza de que é necessária e de que estamos preparados para aplicar as consequências. É importante encontrar um equilíbrio entre as escolhas da criança e as regras do adulto. Por vezes, é possível envolver os seus filhos na decisão sobre uma determinada regra, funcionando melhor com crianças com mais de 4 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Caso não alteremos a nossa atuação com as nossas crianças, estas podem desenvolver perturbações disruptivas, do controlo dos impulsos e do comportamento, que incluem problemas de autocontrolo das emoções e dos comportamentos. Sendo um padrão frequente e persistente de humor zangado/irritável, comportamento conflituoso/desafiante e, por vezes, comportamento vingativo. Esta sintomatologia pode estar confinada a um contexto, sendo o mais frequente a sua casa. No entanto, em casos mais graves, os sintomas poderão estar presentes em vários contextos. Pode, na fase da adolescência, remeter para problemas de comportamentos de risco, ideação suicida, depressão, comportamentos auto-lesivos e delinquência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Caso se reveja neste tipo de situações, não hesite em contactar-me.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cuide de si, cuide da sua saúde mental.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Voz da Ausência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 15:07:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[ Em toda a nossa vida, passamos pela experiência do luto — afinal, este faz parte do nosso desenvolvimento enquanto pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong>Em toda a nossa vida, passamos pela experiência do luto — afinal, este faz parte do nosso desenvolvimento enquanto pessoas.</p>
<p>Mas o que é, realmente, o luto? O luto é um processo para lidar com uma perda, uma ausência de alguém ou de algo, e é tão único quanto pessoal. Cada luto é diferente do outro, até na mesma pessoa, dependendo da sua história de vida, do contexto em que está inserida e dos apoios que têm à disposição. Este pode ter uma valência emocional positiva ou negativa, seja o sentimento de alívio por terminar uma relação tóxica, seja, por outro lado, a presença de um enorme sofrimento pela perda, que nos faz doer o peito e chorar até ficar sem ar.</p>
<p>E quanto tempo tem o luto? O tempo de cada um. No fundo, o tempo de que necessitar para sentir tudo o que quer. O tempo da dor não é o tempo do relógio, e pode demorar até que surja o sentimento de saudade boa, com recordações felizes.</p>
<p>O luto é também partilhado com quem o(a) rodeia, uma vez que a variabilidade de resposta no luto está relacionada com os recursos que cada pessoa tem (e que podemos utilizar como mais-valia na nossa intervenção). Aprendemos que o que acontece antes da morte de alguém tem uma grande influência na forma como este luto é vivenciado, por isso, este apoio é crucial. Se houver uma preparação, uma despedida, conseguimos intervir para que exista uma melhor rede de suporte, guiá-lo(a) e ouvi-lo(a).</p>
<p>Aprendemos que o processo de luto se organiza em cinco estágios: a negação, em que a perda ainda não integrou a realidade e a ideia da perda é rejeitada; a revolta/raiva, onde sente a ausência e quer culpar a pessoa que já não está presente; a negociação, que reside em querer fazer algo em troca do regresso dessa pessoa; a depressão, onde sente que a ausência é definitiva; e a aceitação, onde consegue viver sem essa pessoa e quebrar o vínculo emocional, integrando essa perda como definitiva. É importante perceber que este processo não é linear: pode haver avanços e recuos, e fases que ocorrem em simultâneo.</p>
<p>É aqui que nós, psicólogos, entramos, orientando e apoiando neste processo, intervindo em cada etapa de uma maneira pessoal e intransmissível, e deixando que esta guie o ritmo da intervenção.</p>
<p>Nesta intervenção, temos de desconstruir o mundo imaginário que possa ter sido construído com os condicionais — os famosos «E se», acompanhando-o(a) no processo de perceber a ausência como real e enfrentar a irreversibilidade da perda; ajudá-lo(a) a adaptar-se à nova realidade sem a presença da outra pessoa, aprendendo a viver sem ela; e ajudar a encontrar as suas próprias estratégias para voltar a ser feliz, provando que existe muito mais à sua volta e que vale a pena viver.</p>
<p>No fim, o luto vira saudade — uma saudade boa, com um sorriso, onde terminamos a nossa intervenção.</p>
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		<item>
		<title>Terapia Afirmativa: Minorias Sexuais</title>
		<link>https://blindtalk.loadhtl.com/2023/09/13/terapia-afirmativa-minorias-sexuais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Pinheiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 14:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIA+]]></category>
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					<description><![CDATA[Vivemos numa era de absoluta desconexão, embora estejamos cada vez mais ligados e «conectados» através do universo online.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-parent="true" class="vc_row row-container" id="row-unique-0"><div class="row limit-width row-parent"><div class="wpb_row row-inner"><div class="wpb_column pos-top pos-center align_left column_parent col-lg-12 single-internal-gutter"><div class="uncol style-light"  ><div class="uncoltable"><div class="uncell no-block-padding" ><div class="uncont"><div class="uncode_text_column" ><p>A terapia afirmativa é um tipo de abordagem terapêutica que busca apoiar e fortalecer as identidades de pessoas pertencentes a grupos sociais minoritários (como, por exemplo, LGBTQIA+) que procuram ajuda.</p>
<p>Nos casos dos indivíduos que se identificam com alguma(s) dessas populações LGBTQIA+, a terapia afirmativa firmar-se-á na compreensão de que a orientação sexual, a identidade de género, assim como a expressão de género, são características centrais da identidade de um indivíduo, e que as dificuldades enfrentadas por esses são frequentemente provocadas por preconceitos e estigmas de carácter socioculturais.</p>
<p>Em Portugal, a terapia afirmativa para pessoas LGBTQIA+ é um tema pouco discutido, ainda que haja cada vez mais profissionais de saúde mental que procuram formar-se adequadamente e passar, assim, a aprimorar as suas práticas nessa área. Atualmente, ainda é comum que pessoas LGBTQIA+ sofram discriminação, violência e exclusão no seu dia-a-dia, o que pode levar a problemas emocionais e de saúde mental.</p>
<p>Nesse sentido, a terapia afirmativa apresenta-se como um importante instrumento de auxílio às pessoas LGBTQIA+, fornecendo um ambiente seguro e solidário para a exploração das suas identidades de género e/ou orientações sexuais. O objetivo é ajudar esses pacientes a desenvolver uma compreensão mais profunda de si mesmos e a construir relacionamentos mais saudáveis ​​com as suas famílias, amigos e parceiros/as/es.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E como funciona? </strong></p>
<p>Uma das principais abordagens da terapia afirmativa é a validação. Isso significa que o terapeuta reconhece e valida a orientação sexual e a identidade de género do paciente, ajudando-o a sentir-se compreendido e aceite. Essa forma de abordagem é essencial, visto que muitos pacientes LGBTQIA+ enfrentam, todos os dias, rejeição e invalidação e, consequentemente, sentem-se inseguros ou desconfiados em relação a qualquer profissional de saúde mental que não esteja preparado para sair da neutralidade e debruçar-se sobre as especificidades deste grupo.</p>
<p>Além da validação, a terapia afirmativa também pode incluir outras técnicas, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), a terapia narrativa, ou a terapia sistémica. Essa última poderá ajudar o individuo a perceber como os sistemas em que está integrado contribuíram para o desenvolvimento de uma possível identidade negativa de si próprios, ou seja, como o facto de terem nascido e desenvolvido numa sociedade tendencialmente machista, homofóbica e transfóbica, contribuiu em grande parte para o desenvolvimento de uma identidade negativa sobre si.</p>
<p>Em geral, a terapia afirmativa é uma abordagem compassiva e empática que procura ajudar as pessoas LGBTQIA+ a sentirem-se mais seguras, saudáveis e satisfeitas. É importante ressaltar que, embora a terapia afirmativa seja centrada na identidade LGBTQIA+, ela não é exclusiva para pessoas LGBTQIA+. Qualquer pessoa que se sinta marginalizada, oprimida ou invalidada poderá beneficiar desta abordagem terapêutica.</p>
<p>Se é uma pessoa LGBTQIA+ que procura ajuda terapêutica, é importante procurar um profissional que tenha experiência e conhecimento sobre questões de género e de sexualidade. Também é importante que se sinta confortável e seguro com seu terapeuta e que sinta que ele ou ela o/a ouve e o/a respeita.</p>
<p>Em resumo, a terapia afirmativa é uma abordagem terapêutica essencial para promover a saúde mental e o bem-estar das pessoas LGBTQIA+. Ao procurar ajuda terapêutica, estas podem encontrar o apoio e o cuidado de que necessitam para superar as dificuldades que enfrentam diariamente, assim como para viver as suas vidas com mais confiança, autoestima e resiliência.</p>
<p>
</div></div></div></div></div></div><script id="script-row-unique-0" data-row="script-row-unique-0" type="text/javascript" class="vc_controls">UNCODE.initRow(document.getElementById("row-unique-0"));</script></div></div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Porque é tão importante cuidarmos de nós próprios?</title>
		<link>https://blindtalk.loadhtl.com/2023/09/13/porque-e-tao-importante-cuidarmos-de-nos-proprios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Micaela Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 13:27:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[É urgente abandonar o mito de que a procura de um psicólogo só deve surgir quando nada mais resultou — quando já tentámos conversar com aqueles que nos são próximos, já realizámos todos os rituais de autocuidado que lemos na internet, já seguimos todas as «receitas» dos outros, quando sentimos que já não aguentamos mais. É assustador perceber que muitas das pessoas que nos procuram em consulta só o fazem como recurso de «fim de linha».]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-parent="true" class="vc_row row-container" id="row-unique-1"><div class="row limit-width row-parent"><div class="wpb_row row-inner"><div class="wpb_column pos-top pos-center align_left column_parent col-lg-12 single-internal-gutter"><div class="uncol style-light"  ><div class="uncoltable"><div class="uncell no-block-padding" ><div class="uncont"><div class="uncode_text_column" ></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; line-height: 150%;"><span lang="PT" style="font-family: 'Verdana',sans-serif;">Já pensou que nos esquecemos, muitas vezes, de cuidar de alguém muito importante? Exatamente: de nós mesmos. Chama-se a isso «autocuidado».</span></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; line-height: 150%;"><span lang="PT" style="font-family: 'Verdana',sans-serif;"><br />
O autocuidado envolve todas as atividades que, normalmente, escolhemos fazer e que ajudam a manter ou a melhorar o nosso bem-estar físico e psicológico, aumentando a nossa produtividade, a nossa energia, a nossa confiança e a nossa autoestima.<br />
Existem diferentes tipos de autocuidado? Claro. O autocuidado físico, como dormir, descansar, praticar atividade física, ter uma alimentação saudável; o emocional, que se baseia no auto-perdão e na autocompaixão, na coragem e na positividade; o social, que integra pedir ajuda, dar e receber, ser ouvido/a e ter relações saudáveis; e, por fim, o intelectual, que envolve meditar, desfrutar do silêncio, ler ou estudar. Por mais que façam parecer o oposto, o autocuidado é muito mais do que a nossa simples rotina matinal.</span></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; line-height: 150%;"><span lang="PT" style="font-family: 'Verdana',sans-serif;">Na verdade, podemos associar ao autocuidado à nossa autoestima. Esta última é a imagem e a opinião, positiva ou negativa, que cada um tem e faz de si mesmo. Construída a partir das experiências pessoais, das emoções, das crenças, dos comportamentos, da autoimagem e da imagem que os outros têm sobre nós, a autoestima, assim como o autocuidado, desempenham um papel muito importante em diversas áreas das nossas vidas. Ter uma boa autoestima pode afetar não só a forma como cada um se sente e vê, como também a forma como o outro nos trata. E ter uma autoestima positiva motiva-nos a não duvidarmos, nunca, do nosso próprio valor.<br />
</span></p>
<p>
</div></div></div></div></div></div><script id="script-row-unique-1" data-row="script-row-unique-1" type="text/javascript" class="vc_controls">UNCODE.initRow(document.getElementById("row-unique-1"));</script></div></div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O fim da linha</title>
		<link>https://blindtalk.loadhtl.com/2023/03/20/o-fim-da-linha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sara Madeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2023 16:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[É urgente abandonar o mito de que a procura de um psicólogo só deve surgir quando nada mais resultou — quando já tentámos conversar com aqueles que nos são próximos, já realizámos todos os rituais de autocuidado que lemos na internet, já seguimos todas as «receitas» dos outros, quando sentimos que já não aguentamos mais. É assustador perceber que muitas das pessoas que nos procuram em consulta só o fazem como recurso de «fim de linha».]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-parent="true" class="vc_row row-container" id="row-unique-2"><div class="row limit-width row-parent"><div class="wpb_row row-inner"><div class="wpb_column pos-top pos-center align_left column_parent col-lg-12 single-internal-gutter"><div class="uncol style-light"  ><div class="uncoltable"><div class="uncell no-block-padding" ><div class="uncont"><div class="uncode_text_column" ></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; line-height: 150%;"><span lang="PT" style="font-family: 'Verdana',sans-serif;">É urgente abandonar o mito de que a procura de um psicólogo só deve surgir quando nada mais resultou — quando já tentámos conversar com aqueles que nos são próximos, já realizámos todos os rituais de autocuidado que lemos na internet, quando já seguimos todas as «receitas» dos outros —, quando sentimos que já não aguentamos mais. É assustador perceber que muitas das pessoas que nos procuram em consulta só o fazem como recurso de «fim de linha».</span></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; line-height: 150%;"><span lang="PT" style="font-family: 'Verdana',sans-serif;"><br />
Não quero com isto dizer que conversar, estabelecer relações significativas e procurar o autocuidado não possa ser algo positivo — é, inevitavelmente, algo que devemos ter sempre presente como passos necessários para a manutenção da nossa saúde psicológica.</span></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; line-height: 150%;"><span lang="PT" style="font-family: 'Verdana',sans-serif;"><br />
É necessário que a psicoterapia passe a ser encarada também como ação preventiva e não apenas como última reação a momentos de crise, de tristeza profunda e de sofrimento psicológico.</span></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; line-height: 150%;"><span lang="PT" style="font-family: 'Verdana',sans-serif;"><br />
E se for necessário usar a metáfora da linha, então que encaremos a consulta de psicologia como a linha condutora para chegarmos mais perto de nós, como a «linha de vida» que nos devolve a nós próprios em todo o nosso potencial. Que sejamos responsáveis por desatar os nós que encontramos, para chegarmos ao fim da linha do seu lado oposto — do lado onde estamos resolvidos e em paz.</span></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; line-height: 150%;"><span lang="PT" style="font-family: 'Verdana',sans-serif;"><br />
Se está a ler este texto, e se sente a caminhar para o fim desta linha, pare. Não espere que cada passo seja insuportável. Estamos no início da linha, à sua espera, para caminharmos ao seu lado.</span></p>
<p> </p>
</div></div></div></div></div></div><script id="script-row-unique-2" data-row="script-row-unique-2" type="text/javascript" class="vc_controls">UNCODE.initRow(document.getElementById("row-unique-2"));</script></div></div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>«Não contei a ninguém que venho ao psicólogo»</title>
		<link>https://blindtalk.loadhtl.com/2023/03/16/nao-contei-a-ninguem-que-venho-ao-psicologo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Caeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 17:42:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Um em cada cinco portugueses sofre de uma doença mental (20% da população) e quase 65% das pessoas com uma perturbação psiquiátrica não receberam qualquer tratamento. Mas porque será que isto acontece? ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-parent="true" class="vc_row row-container" id="row-unique-3"><div class="row limit-width row-parent"><div class="wpb_row row-inner"><div class="wpb_column pos-top pos-center align_left column_parent col-lg-12 single-internal-gutter"><div class="uncol style-light"  ><div class="uncoltable"><div class="uncell no-block-padding" ><div class="uncont"><div class="uncode_text_column" ><p>Um em cada cinco portugueses sofre de uma doença mental (20% da população) e quase 65% das pessoas com uma perturbação psiquiátrica não receberam qualquer tratamento. Mas porque será que isto acontece? Apesar de a pandemia do COVID-19 ter mudado a forma como a população portuguesa olha para a saúde mental, ainda existe um longo trabalho a fazer para desmistificar as crenças e os mitos associados.</p>
<p>Na minha prática clínica, tenho-me cruzado com algumas pessoas que não contam a ninguém que têm consultas de psicologia, pois têm receio daquilo que os outros possam pensar (ex.: «Estou maluco ou sou um fraco.»).</p>
<p>Quando estamos doentes, não achamos que é sinal de fraqueza procurar um médico; quando queremos emagrecer, não nos consideramos fracos por procurar um nutricionista; então, porque é que procurar apoio psicológico é sinal de fraqueza?</p>
<p>Em parte, isto acontece porque temos uma crença distorcida e generalizada de que devemos ser capazes de enfrentar tudo sozinhos e que qualquer sinal de fraqueza deve ser ocultado. Essa crença é-nos incutida logo na infância, através dos super-heróis que são capazes de enfrentar tudo e todos sozinhos. Negar uma fraqueza pode ser o primeiro passo para intensificá-la e se num dado momento necessitarmos de ajuda psicológica, isso não nos torna fracos e sem valor. Antes pelo contrário: é revelador da nossa coragem e força suficientes para expor as nossas emoções e sentimentos.</p>
<p>Todos nós, nalgum momento das nossas vidas, já passámos por momentos de crise. Nessas alturas, utilizamos os nossos recursos internos e externos para saber lidar com o que sentimos. Nessas alturas, as pessoas que nos rodeiam, como a família e/ou os amigos têm um papel muito importante para o nosso bem-estar. No entanto, em determinada situações, esse apoio pode não ser suficiente e aí é necessário recorrer a um técnico que tenha conhecimentos efectivos para contribuir para uma verdadeira ajuda especializada, que nem a família ou os amigos poderão proporcionar. No entanto, por vezes, quem chega ao acompanhamento psicológico traz consigo a crença de que o psicólogo é um ser com poderes mágicos, que irá fazer desaparecer, como por magia, todos os seus problemas. Não, o psicólogo não tem poderes mágicos e não vai resolver os problemas dos seus pacientes por eles, mas sim ajudá-los na viagem ao encontro do eu mais profundo, dando-lhes uma maior consciência de quem são e de como se relacionam consigo, com os outros e com o mundo que os rodeia, ajudando-os a resolverem as situações que lhes causam dor e sofrimento.</p>
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		<title>Do olhar sobre si mesmo</title>
		<link>https://blindtalk.loadhtl.com/2023/03/16/do-olhar-sobre-si-mesmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Raquel Geraldes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 17:24:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao longo do nosso percurso de vida, raramente nos é proposto olharmos para nós próprios. Se recuarmos um pouco na história e na cultura ocidental, ainda mais difícil se torna encontrar exemplos de exercícios de autorreflexão, autoconhecimento ou autoinvestimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-parent="true" class="vc_row row-container" id="row-unique-4"><div class="row limit-width row-parent"><div class="wpb_row row-inner"><div class="wpb_column pos-top pos-center align_left column_parent col-lg-12 single-internal-gutter"><div class="uncol style-light"  ><div class="uncoltable"><div class="uncell no-block-padding" ><div class="uncont"><div class="uncode_text_column" ><p>Ao longo do nosso percurso de vida, raramente nos é proposto olharmos para nós próprios. Se recuarmos um pouco na história e na cultura ocidental, ainda mais difícil se torna encontrar exemplos de exercícios de autorreflexão, autoconhecimento ou autoinvestimento.</p>
<p>É assim compreensível que estes sejam exercícios pouco intuitivos para a grande maioria de nós. Quando procuramos um psicólogo, este é talvez o primeiro grande desafio: aprendermos a olhar para nós mesmos, com curiosidade, generosidade, aceitação e compromisso. Este exercício desafia-nos a posicionarmo-nos com distanciamento em relação aos nossos pensamentos, às nossas emoções e aos nossos comportamentos, o que se, por um lado, provoca estranheza e novidade, por outro, induz poder: o poder de escolher e de transformar.</p>
<p>A consciência dos nossos estados e processos mentais, emocionais e comportamentais é um <em>statement</em>, uma assunção de uma posição de poder sobre nós mesmos, que nos proporciona e impulsiona a uma autoria da nossa própria história.</p>
<p>Este é o resultado da psicoterapia. A pessoa que se envolve num processo psicoterapêutico torna-se progressivamente autora da sua própria história, reescrevendo, muitas vezes, a história que viveu até ao momento, com um olhar mais coeso e coerente com os seus valores e opções.</p>
<p>A disponibilidade e a flexibilidade para experimentar lentes e olhares são assim um requisito, mas que pode ser trabalhado e desenvolvido no contexto da própria psicoterapia. O conforto e a segurança deste espaço permitem a liberdade de pensamento e ação necessárias para que as opções se multipliquem e as decisões se gerem de forma espontânea e genuína.</p>
<p>Todas as competências, ferramentas e aprendizagens decorrentes do processo psicoterapêutico, sendo ele circunscrito (ainda que variável) no tempo, permanecem disponíveis para os futuros desafios de vida, contribuindo para uma coerência, autorrespeito e auto-amor diferenciadores e impactantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Psicóloga clínica</p>
<p>
</div></div></div></div></div></div><script id="script-row-unique-4" data-row="script-row-unique-4" type="text/javascript" class="vc_controls">UNCODE.initRow(document.getElementById("row-unique-4"));</script></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Tantos tipos de terapia, tantos tipos de terapeuta. Afinal, qual o melhor?</title>
		<link>https://blindtalk.loadhtl.com/2022/11/22/existem-tantos-tipos-de-terapia-tantos-tipos-de-terapeuta-mas-afinal-qual-a-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 12:46:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Terapeutas]]></category>
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					<description><![CDATA[Por vezes somos confrontados com esta e outras perguntas deste tipo. Pessoas que buscam ajuda para lidar com as situações desconfortáveis e angustiantes das suas vidas, mas não sabem bem o que escolher, quem escolher, como escolher.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por vezes somos confrontados com esta e outras perguntas deste tipo. Pessoas que buscam ajuda para lidar com as situações desconfortáveis e angustiantes das suas vidas, mas não sabem bem o que escolher, quem escolher, como escolher. Mas afinal, qual deve ser a minha escolha? Na realidade atual, todo está acessível ao toque de um botão. Encontramos resposta para tudo. Todos os problemas têm resolução no Google, nas redes socais, na internet. Na era em que podemos pesquisar tudo, saber tudo, porquê que é tão difícil perceber claramente qual o terapeuta escolher? A dificuldade talvez se prenda no facto estarmos a escolher uma pessoa em quem teremos de confiar e de abrir uma parte do nosso ser, à tanto escondido. Temos de estabelecer relação, neste caso, uma relação terapêutica. Talvez seja importante ter em conta o que a investigação cientifica sobre esta tema nos tem para dizer.</p>
<p>Quando procuramos saber mais sobre este assunto, percebemos que o sucesso da terapia está ligado às qualidades pessoais dos terapeutas. A presença do terapeuta potencia a construção de uma forte aliança terapêutica. As qualidades pessoais e atitudes do terapeuta encontram-se relacionadas com alianças positivas. Estamos a falar de atitudes como a empatia, suporte, exploração, acção, uma colaboração de confiança, apreciação, confiança, calor, sintonia, competência, respeito, atenção, escuta e compreensão sem juízos de valor.</p>
<p>Mas, como em todas as relações, na relação terapêutica também temos de ter em conta a perspetiva do paciente. Existem fatores comuns que vão entrar na formação da aliança terapêutica, na perspetiva do paciente, como o setting, a apresentação, a linguagem corporal, as questões não-verbais e o decorrer da sessão, apesar de não serem, os fatores mais estudados nas investigações sobre a aliança terapêutica, são essências para que esta se estabeleça.</p>
<p>Mais do que uma escola de pensamento, uma teoria, a escolha deve ter em conta a pessoa. Vamos escolher uma pessoa que nos vai ajudar a lidar com questões dolorosas e com situações difíceis. A confiança depositada no terapeuta é essencial. É importante procurar uma pessoa que nos acolha e nos ajuda nestas situações. Um técnico profissional que saiba nos guiar nesta jornada de auto descoberta e de cura de nos mesmos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Necessidade de agradar</title>
		<link>https://blindtalk.loadhtl.com/2022/11/22/necessidade-de-agradar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sara Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 12:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto seres racionais e emocionais todos gostamos de agradar e de ser aceite pelos outros. Quem agrada, assim como quem é agradado, experiência satisfação e felicidade e pergunto: quem não gosta de agradar e ser agradado?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto seres racionais e emocionais todos gostamos de agradar e de ser aceite pelos outros. Quem agrada, assim como quem é agradado, experiência satisfação e felicidade e pergunto: quem não gosta de agradar e ser agradado?</p>
<p>Contudo, se a aprovação constante se tornar necessária e se o comportamento e acções se passarem a centrar exclusivamente nas opiniões de terceiros, a procura de aprovação (comum a todos nós!) deixa de ser saudável e pode ter um impacto negativo nas suas emoções – baixa auto-estima, ansiedade, humor depressivo, dificuldade em fazer escolhas e tomar decisões, entre outros.</p>
<p><strong>Vejamos se se revê nestas particularidades ou se reconhece alguém com estas características:</strong></p>
<p>– dificuldade em “dizer não” (por ex. para evitar um conflito);<br />
– não expressar opiniões com receio de desagradar a outra pessoa;<br />
– medo de rejeição (“não vão gostar de mim”);<br />
– colocar sempre os outros em primeiro lugar;<br />
– pensamento que é sempre necessário agradar (para ser aceite/reconhecido/amado);<br />
– as emoções e a auto-estima moldam-se de acordo com a opinião de terceiros.</p>
<p>É importante reflectir sobre algumas questões:<br />
– é importante compreender a necessidade constante de agradar e/ou a dificuldade em estabelecer limites e dizer “não”;<br />
– não podemos agradar todas as pessoas (por mais qualidades que tenhamos);<br />
– ideias/gostos/pensamentos ou atitudes divergentes e até mesmo críticas (construtivas,claro!) não são, por si só, uma rejeição. Afinal, todos somos diferentes, certo?! ;<br />
– ao viver para agradar os outros, certamente estará a colocar-se em segundo plano, assim como aos seus gostos, desejos e sonhos;<br />
– não há nada mais poderoso e fantástico que promover a nossa auto-confiança e o amor próprio. Ao gostar de si próprio(a) e acreditar em si, não só se sentirá mais feliz e seguro, como a reprovação de terceiros não será vivenciada com tanto sofrimento.</p>
<p>Se precisar de ajuda para encontrar as suas respostas e o caminho para se aprovar a “si próprio(a)”, reflicta sobre a possibilidade de procurar ajuda profissional.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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