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	<title>Elisabete Miranda &#8211; BlindTalk</title>
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		<title>A propósito da necessidade de agradar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elisabete Miranda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 11:37:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Consumos]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[O sentimento é quase sempre o mesmo e expressa-se quase sempre da mesma maneira “não era bem o que eu queria, mas não consegui dizer que não”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-parent="true" class="vc_row row-container" id="row-unique-0"><div class="row limit-width row-parent"><div class="wpb_row row-inner"><div class="wpb_column pos-top pos-center align_left column_parent col-lg-12 single-internal-gutter"><div class="uncol style-light"  ><div class="uncoltable"><div class="uncell no-block-padding" ><div class="uncont"><div class="uncode_text_column" ><p>O sentimento é quase sempre o mesmo e expressa-se quase sempre da mesma maneira “não era bem o que eu queria, mas não consegui dizer que não”. Esta dificuldade monstruosa em conseguirmos ser quem somos e assumirmos a nossas necessidades e desejos é inúmeras vezes (demasiadas) atropelada, pela ainda maior necessidade de agradarmos aos outros.</p>
<p>Mas afinal de onde vem esta necessidade? Esta é uma pergunta milionária, e certamente não tem apenas uma resposta certa, tem tantas respostas como pessoas a quem possa ser feita. A sua origem pode ser variada, mas certamente relaciona-se com a nossa história, com as nossas vivências e experiências, mas também com o nosso contexto cultural.</p>
<p>As nossas vivências e experiências, começando nas mais precoces, podem de certa forma nos ter “ensinado emocionalmente” que se nos mostrarmos tal e qual como somos, os outros (neste caso as figuras cuidadoras) podem ficar desagradados, podem zangar-se e corremos o risco de perder o seu amor, por isso começamos a “esconder” o que sentimos, não mostrando as nossas verdadeiras emoções, com medo de desiludir o outro, com medo que este se zangue e que nos abandone.</p>
<p>Ao longo do tempo a “aprendizagem emocional” que fazemos é que temos de ir ao encontro do que os outros precisam, sendo sempre isso o mais importante. As nossas necessidades e emoções ficam reservadas para segundo plano. Estas vão ficando cada vez mais submersas em nós, de tal forma que o nosso verdadeiro Eu sucumbe. Passamos a usar uma capa, a capa que achamos que os outros vão gostar.<br />
Passamos a usar esta capa sempre, com a nossa família, amigos, no trabalho, e quanto mais a usamos mais difícil é deixá-la, e como consequência, vamos nos “esquecendo” de quem somos, sendo cada vez mais difícil dizermos o que estamos a sentir, o que queremos, o que pensamos.</p>
<p>A psicoterapia é uma possibilidade para despirmos esta capa e resgatarmos o nosso verdadeiro Eu. Esta não é uma tarefa fácil, pois para além de termos de despir a capa que vestimos, há demasiado tempo, temos que descobrir quem realmente somos. É uma viagem que se faz na companhia do terapeuta, uma viagem longa, mas sem dúvida recompensadora.</p>
</div></div></div></div></div></div><script id="script-row-unique-0" data-row="script-row-unique-0" type="text/javascript" class="vc_controls">UNCODE.initRow(document.getElementById("row-unique-0"));</script></div></div></div>
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